O volante Carlos Eduardo não defenderá o Guarani na próxima temporada. A diretoria alviverde optou por não investir na compra definitiva do atleta de 25 anos, comunicando formalmente ao Capivariano que não exercerá a prioridade prevista em contrato após o término do período de empréstimo.
Critérios técnicos e contenção de despesas
A determinação de abrir mão do meio-campista partiu do departamento de futebol em conjunto com a cúpula do clube. Além de análises de desempenho, o cenário de restrição orçamentária enfrentado pela agremiação foi determinante para frear a permanência do atleta.
Para assegurar a permanência do jogador em definitivo, o time campineiro teria que desembolsar aproximadamente R$ 1 milhão. Essa quantia havia sido ajustada em um termo assinado durante a disputa da Série C, período em que Carlos Eduardo conquistou a titularidade e ganhou visibilidade na equipe.
Passagem pelo clube e futuro no mercado
Ao longo de sua trajetória com a camisa bugrina, o volante esteve em campo em 15 partidas oficiais. Nesse período, apresentou números expressivos para o setor de meio-campo: balançou as redes duas vezes e contribuiu com quatro assistências.
Com o retorno confirmado ao Leão da Sorocabana, a projeção é de que o atleta participe do Paulistão antes de selar um novo destino. As atuações recentes atraíram olhares de outros concorrentes, e os agentes do volante pretendem analisar sondagens e ofertas oficiais nas próximas semanas.
Histórico de empréstimos do meio-campista
Ligado ao Capivariano desde 2019, onde iniciou a carreira profissional, Carlos Eduardo acumula ampla bagagem por diversos clubes brasileiros. Antes de desembarcar em Campinas, o meio-campista já havia atuado por empréstimo com as camisas do Athletic-MG, São José-SP, ABC, Paysandu e Paulista de Jundiaí.







